Seminário Pensar Brasília: os novos rumos da capital, desta vez, suscitou o tema Qualidade de vida – Educação e inovação, com a presença do secretário Denilson Costa, e de especialistas, nesta manhã (20)
Os seminários do projeto Pensar Brasília têm o intuito de promover o debate sobre o desenvolvimento do DF. O evento já abordou temas como o transporte público e a questão da habitação brasiliense. Nesta quinta, a educação foi o tema escolhido. Para o jornalista Carlos Alexandre, editor-executivo do Correio Braziliense, a intenção é que as discussões possam se traduzir em ações efetivas.
O secretário de educação do DF, Denilson Costa, apresentou um panorama da educação no DF, cuja meta é propiciar educação pública, gratuita, democrática e de qualidade para todos. O professor salientou os avanços da educação, reconheceu os desafios existentes e a importância da participação de toda a sociedade no que se refere à educação. “As 652 escolas públicas do DF garantiram sua autonomia por meio das eleições diretas. Houve 1,2 milhão de votos o que demonstra a participação efetiva dos profissionais da educação e da comunidade. Os gestores passam por um processo de formação, temos um excelente perfil do magistério e os recursos das escolas foi ampliado em até 200%”, explicou.

Além do professor Denilson, três palestrantes participaram do debate. José Humberto Matias, diretor de prospecção e novos empreendimentos da Terracap; Emília Queiroga Barros, vice-presidente do grupo internacional Global Urban Development e Gilberto Lacerda dos Santos, professor da Universidade de Brasília.
Matias fez um resgate da história de Brasília e defendeu a necessidade de um projeto educacional suprapartidário. “Não é para a próxima eleição, mas para a próxima geração”, destacou. Barros denominou como a Renascença da educação no século XXI, o período no qual estamos inseridos. “Infelizmente temos um modelo de educação que fragmenta o conhecimento. Não há interação. Quando é que será feito o gol na educação?”, questionou a palestrante insistindo na difusão de novos conteúdos. Para ela, três eixos precisam ser debatidos, a manutenção do que é adequado, mas precisa melhorar; a mudança dos modelos mentais e a inovação. Em seguida, Gilberto Lacerda chamou a atenção para a necessidade de inovar os métodos, as técnicas e possibilitar mudança para as pessoas.
Após as palestras, a plateia teve a oportunidade de questionar os participantes com contribuições que enriqueceram o debate. Estiveram presentes, a secretária adjunta de educação do DF, Maria Luiza Fonseca, os coordenadores das regionais de ensino do DF e os subsecretários: de Logística, Reuza Durço; da Educação Básica, Sandra Zita; da Gestão dos Profissionais da Educação, Patrícia Jane Lacerda; do Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional, Francisco José da Silva e outras autoridades.
Ascom








