Governo do Distrito Federal
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6/12/18 às 11h22 - Atualizado em 11/12/18 às 13h53

Diálogo de Ciências encerra atividades

Maria do Carmo Alvarenga, Ascom/SEEDF

 

 

Os professores das escolas públicas se reuniram, nesta quarta (05), num intercâmbio de suas experiências no ensino das ciências. Com o objetivo de socializar os projetos que os docentes desenvolvem com os estudantes, o 7º Diálogo de Ciências também reuniu os alunos autores de 12 projetos selecionados no Circuito de Ciências. Junto com seus professores, eles receberam troféus e certificados.

 

O projeto “ Voar Alto”, da Escola de Meninos e Meninas do Parque, foi um dos premiados. Nesta pesquisa, os estudantes envolveram sustentabilidade, o uso do probiótico Kefir e falaram de preconceito tendo o urubu como personagem. “A gente falou sobre o preconceito sofrido por muitas pessoas e também pelo meu time, o Flamengo. Muitos torcedores são chamados de urubuzada. Então, o meu projeto veio para parar com o preconceito e mostrar que o urubu é um animal muito importante”, pondera o autor do projeto, Arthur Castro.

 

O diferencial este ano é que o encontro faz parte do regulamento do Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal de 2018. “Inicialmente, o Diálogo de Ciências não fazia parte do Circuito. Ele surgiu em 2015 como uma forma fomentar a pesquisa das ciências nas séries iniciais”, explica Sérgio Carreira, assessor da Subsecretaria de Educação Básica.

 

Os participantes do evento receberam o Caderno do 7º Diálogo de Ciências 2018 com os textos de 33 projetos selecionados na Etapa Distrital do Circuito. Os projetos foram desenvolvidos com a participação efetiva de estudantes da Educação Básica ao longo do ano de 2018 e se destacaram nas etapas Locais, Regionais e Distrital do Circuito de Ciências.

 

“Eu acho que o mais importante da elaboração desse documento é o fato de a criança, o jovem ter registrado o seu trabalho. Isso é um reconhecimento que às vezes para a gente que tá aí na universidade pode não ser tão importante, mas para aquela criança que vem lá da área rural, por exemplo, é muito importante, porque é o nome dele é que ele vai levar para casa, para o pai dele , além da experiência científica”, afirma a professora Maria Goretti Vulcão, que diagramou a publicação.

O Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal

Trata-se de um espaço para que os estudantes possam desenvolver o conhecimento científico e tecnológico com a mediação dos professores nas unidades escolares. O objetivo é estimular atividades que envolvam o letramento científico e processos investigativos entre estudantes, professores e gestores.

 

As vivências interdisciplinares e inovadoras são compartilhadas em grandes exposições que acontecem nas etapas local (escolas), regional ( nas coordenações regionais de ensino) e no âmbito distrital.

Neste ano de 2018, o tema do Circuito foi “Ciências para a redução das desigualdades”.