Governo do Distrito Federal
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10/07/19 às 19h17 - Atualizado em 11/07/19 às 0h03

Gestão compartilhada chega a mais escolas

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A partir do próximo semestre, seis unidades devem receber modelo

 

Jéssica Antunes, Agência Brasília

 

 

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal vai ampliar a outras seis escolas o modelo de gestão compartilhada entre a Secretaria de Educação e a Secretaria de Segurança Pública. O novo modelo de ensino chegará a mais 6.643 estudantes de colégios da Asa Norte, Taguatinga, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Paranoá e Planaltina. A definição ficará nas mãos da comunidade escolar, que precisa votar para implementação efetiva.

 

“Os primeiros resultados que recebemos das quatro escolas que já funcionam em regime compartilhado com a Segurança são muito bons e mostram que devemos investir mais no projeto. Como aconteceu antes, a comunidade é quem vai decidir se as escolas terão a administração compartilhada. Nada será imposto, mas acredito que este é mais um passo na nossa busca pela excelência na educação”, explica o governador Ibaneis Rocha.

 

As unidades escolhidas para se tornarem compartilhadas são o Centro Educacional (CED) Gisno, na Asa Norte; Centro de Ensino Fundamental (CEF) 19 de Taguatinga; CED 407 de Samambaia; CEF 1 do Núcleo Bandeirante; CED 01 do Itapoã (antigo CEF 05 do Paranoá); e CED Condomínio Estância III de Planaltina. Diretores, professores, estudantes e pais ou responsáveis de alunos devem se reunir para decidir democraticamente se o projeto deve ser implementado nas escolas.

 

Desde o início do ano letivo, em 11 de fevereiro, a gestão compartilhada ocorre no Centro Educacional (CED) 1 da Estrutural; no CED 308 do Recanto das Emas; no CED 7 de Ceilândia; e no CED 3 de Sobradinho. Juntas, elas atendem mais de 7 mil estudantes. Em todas, o projeto foi bem recebido e a aprovação, certa.

 

Educação de qualidade

 

O projeto é destinado a estudantes do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. As pastas realizam ações conjuntas para proporcionar uma educação de qualidade para os estudantes da rede pública de ensino da capital, além de construir estratégias voltadas ao policiamento comunitário e ao enfrentamento da violência no ambiente escolar. O objetivo é promover uma cultura de paz e o pleno exercício da cidadania.

 

Na prática, a Secretaria de Educação é responsável pela parte pedagógica, enquanto a Segurança auxilia em atividades extraclasses, voltadas à disciplina e educação cívica – sempre com a presença de 20 a 25 policiais militares. O custo estimado para a implementação é de R$ 200 mil por escola, ao ano.